Fiel é a palavra e digna de toda aceitação: que Cristo Jesus veio ao mundo para salvar os pecadores, dos quais eu sou o principal. 1 Timóteo 1:15
"Grande é o SENHOR e mui digno de ser louvado; a sua grandeza é insondável" (Salmo 145.3)
Cultos de adoração todos os Domingos, às 18h30
"Não andeis ansiosos de coisa alguma; em tudo, porém, sejam conhecidas, diante de Deus, as vossas petições, pela oração e pela súplica, com ações de graças"
(Filipenses 4.6)

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Culto – 18h30min

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PASTORAL

Podemos comemorar a Páscoa?

A pergunta não é tão simples quanto parece. Em contextos reformados, ela exige cuidado, distinções e, sobretudo, fidelidade às Escrituras e à nossa confessionalidade.

Em primeiro lugar, é preciso afirmar com clareza: não celebramos a Páscoa como a antiga festa judaica. A Páscoa, instituída em Êxodo 12, apontava para a redenção de Israel mediante o sangue do cordeiro. No Novo Testamento, essa realidade encontra seu cumprimento pleno em Cristo, nosso verdadeiro Cordeiro pascal (1Co 5.7). Portanto, não estamos mais debaixo dessa observância como ordenança cultual.

Por outro lado, há um dado histórico que não pode ser ignorado. Já nos primeiros séculos, a igreja cristã passou a lembrar, de maneira especial, a morte e a ressurreição de Cristo em determinados dias. No século II, por exemplo, encontramos a chamada controvérsia quartodecimana, que revela que diferentes comunidades já discutiam não se deveriam recordar esses eventos, mas quando o fariam. Isso indica que a rememoração da paixão e da ressurreição de Cristo surgiu muito cedo na vida da igreja. Com o tempo, essa prática se desenvolveu e deu origem ao que mais tarde se estruturaria como a chamada “Semana Santa”. …

Edição BP 856 - ABRIL 2026

A oração que prevalece, escrito sob a pena precisa de D. L. Moody, oferece um dos mais consagrados estudos sobre oração já publicados. Ao longo de gerações, esse trabalho essencial de Moody tem levado pessoas a compreenderem claramente a oração como elemento vital de nossa comunhão com Deus. Moody oferece nove elementos constitutivos da verdadeira oração, e para explicá-los lança mão da didática que o tornou conhecido internacionalmente. Uma obra que ainda tem muito a dizer àqueles que desejam intensificar sua intimidade com Deus.

“Não há como crescer em graça e no conhecimento do Senhor Jesus Cristo a não ser que conversemos com ele em oração”.

Título: A Oração que Prevalece
Autor: D. L. Moody
Editora: Mundo Cristão

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